Posts de Janeiro, 2007

Pérola do Mega Drive retorna à vida

Janeiro 31, 2007

Grupo de fãs do jogo de luta Streets of Rage produziram uma versão melhorada, atualizada e não-autorizada do game, lançado em 1991 para o console da Sega. Sensacional, não? Leia tudo na matéria do Jocelyn Auricchio no Link do Estadão.

Halo instrumental: sem palavras

Janeiro 30, 2007

MMORPG Erínia + RPG Online

Janeiro 30, 2007

O MMOPRG Erinia, primeiro do gênero no Brasil e com conteúdo que mais divulga nosso folclore irá passar por total reestruturação através de uma joint venture firmada entre RPG Online (ZAP Games) – Maior portal de RPG Brasileiro, atualmente com mais de 85 mil usuários cadastrados, totalizando mais de 3.6 milhões de pageviews por mês, e Rede Networks, primeira parceira do jogo e atual mantenedora de toda a atividade do Erinia.

Nesta primeiro momento, os colaboradores e desenvolvedores do RPG Online em conjunto com a equipe Erínia estarão desenvolvendo um novo hot-site para o game, incluindo novos tutoriais, dicas e possibilitando uma maior interação entre o Erínia e seus jogadores.

Se você já é um jogador de Erínia, envie suas sugestões na seção CONTATO do RPG Online, e não esqueça de selecionar o TIPO DO CONTATO igual a ‘Erínia’.

A Rede Networks é o maior consórcio de TI do Brasil voltado exclusivamente para o aprimoramento e desenvolvimento de ferramentas de administração, serviços e entretenimento para o mercado de prestação de serviços e acesso à Internet. Com sede em Londrina (PR), a companhia possui escritórios nas principais cidades do país. A ZAP Trade realiza seu trabalho desde 1998 para empresas localizadas em diversos Estados. Com profissionais altamente qualificados, a ZAP desenvolve e implementa soluções sob medida para o ämbito corporativo. Atua nas áreas de Tecnologia, Estudos e Treinamento Corporativo.

:: Mais infos: RPG Online
:: O game: Erínia Brasil
:: Fórum: comente no GameDev

Desenvolvimento para Wii ao alcance dos independentes

Janeiro 29, 2007

De acordo com o website ComputerAndVideogames.com a Nintendo desenvolveu um sistema de programação voltado a pequenos produtores independentes, o que tornará possível o desenvolvimento de jogos para Wii para serem disponibilizados para download através da Wii Shop.

Além de servir como alternativa ao XNA da Microsoft, tal ferramenta reforçaria a imagem da Nintendo como representante da jogabilidade experimental entre os consoles. A empresa confirmaria também o interesse em desenvolvedores independentes, já sinalizado pelo baixo custo do kit de desenvolvimento para Wii (U$ 2.000).

Tudo isto, claro, caso a história se confirme. Vamos aguardar os detalhes. (via Man Bytes Blog)

Videogames como Interfaces

Janeiro 28, 2007

(…) O que aconteceria se quiséssemos intencionalmente projetar interfaces na forma de videogames? E se a interface for propositalmente um jogo para desafiar o usuário?

Existem exemplos interessantes que seguem esse tipo de pensamento, e não só na área de produção de sites. É o caso do trabalho de Dennis Chao, que usa o jogo Doom como metáfora para a administração de sistemas em Linux.

Depois que a ID Software liberou o código original do jogo, Chao criou uma adaptação dele para gerenciar tarefas em uma rede, então o comando “kill”, que funciona como metáfora para destruir um processo em andamento, torna-se óbvio visualmente para o administrador do sistema. Vale a pena conferir o artigo completo, que contém explicações muito mais detalhadas.

Outro exemplo de jogo como interface é o site do designer de
games e pesquisador Steffen P. Walz, onde todo o menu foi transformado em 4 jogos simples, e é possivel acessar cada área do site de diversas maneiras diferentes: atirando, clicando, ou rebatendo uma bola na seção correspondente.

Ele brinca chamando o conceito browse-by-playing de “navigame” ou “playvigate”, e seu site é cheio de artigos e projetos interessantes sobre pesquisa em games.

(…)

Enfim, o videogame como interface, ou navigame (que é uma ótima palavra que passarei a adotar de hoje em diante), é um híbrido entre duas áreas que me interessam bastante, os videogames e a arquitetura da informação, e pode ser um excelente meio de tornar interfaces mais acessíveis (como no caso da experiência de Dennis Chao com Doom, que é sem dúvida menos assustador do que uma tela preta esperando linhas de código) ou simplesmente torná-las mais intensas e interativas para o usuário…

:: Leia mais no Hipergame.

Videogames maiores que cinema

Janeiro 27, 2007

Stan Lee, que é pai de alguns dos mais importantes heróis da atualidade como Homem-Aranha, Hulk e os X-Men, acredita que “Videogames são mais excitantes, mais coloridos e mais complexos que filmes.”

Não há como discordar do mestre dos quadrinhos, que tem 85 anos:

“Em um filme, você apenas senta e assiste. Em um videogame, você não está apenas vendo a história, mas está participando da história.”

A declaração é até um pouco óbvia, e apesar de já mostrar sinais de senilidade e nunca ter jogado videogames, Lee é figura respeitada em Hollywood…

:: Leia mais no Hipergame.

Caçadores do Wii perdido

Janeiro 26, 2007

Decidi que vou comprar o Wii. Cheguei a conclusão que eu quero jogá-lo, mesmo ele tendo gráficos toscos (será que são tão toscos assim? Eu nunca achei o GameCube com gráficos toscos e tem gente que acha o Playstation 2 com gráficos lindos…), mesmo ele sendo idiota, feito pra não-gamers, mesmo ele tendo joguinhos bobos, ainda. Mas quais os fatores que me fizeram optar pelo Wii? Vamos lá:

1) Zelda;

2) Dos 3 novos, um eu tenho (Xbox 360), o outro eu quero (Wii) e o outro eu basicamente desprezo (Playstation 3). O motivo do meu desprezo pelo PS3 será explicado num outro post, mas acredito que o John Carmack e o Gabe Newell concordem comigo;

3) Eu tenho namorada e eu quero que ela jogue comigo. O Wii, assim como o DS, é perfeito pra namoradas, acreditem em mim. Mulher adora esse tipo de jogo, sem querer ser machista ou qualquer coisa assim. Elas normalmente prezam pela interatividade do jogo. Guitar Hero é um excelente exemplo de jogo que elas adoram (mas, de novo, isso é assunto pra outro post);

4) Sou fã da Nintendo. Um dia desses eu estava me perguntando se a Nintendo já fez algum jogo ruim e não consegui achar um. Corrijam-me se eu estiver errado, mas toda empresa tem um jogo horroroso, feito “nas coxas” e que denigre o nome dela. A Nintendo não. Ela pode ter jogos chatos, como Pokémon, mas não são jogos que feitos “na vagabundagem” e têm seu público definidíssimo;

5) É muuuuuuuuito mais barato que o PS3 (supondo que eu quisesse um PS3 agora). Dar 250 doletas num Wii é algo que me atrai;

6) Zelda.

Eu poderia seguir com n+1 motivos diferentes, mas quero forçá-los a entender que eu quero o Wii, ponto-final.

Comecei minha “saga” para adquirir o console. Moro no Brasil, como a maioria que lê esse blog, e sei que aqui as pessoas têm o péssimo costume do “lucro-máximo-com-o-mínimo-de-peças-vendidas”. Sempre foi assim e duvido que isso algum dia mude. Coloquei na minha cabeça um valor imaginário, uma linha imaginária de R$1.000,00, valor esse que eu julgo extremanente justo pelo videogame.

Parti pra procura “manual” antes, tendo a doce ilusão de que, se eu fosse pessoalmente em uma loja, eu teria descontos e preços melhores que eu tenho na internet. Lêdo engano. Na Santa Ifigênia (paraíso dos eletrônicos em São Paulo) o console sai por apenas R$1.800,00 em média. Algo como 80% acima da minha linha imaginária. :-) Cansado de andar a toa, voltei pra casa e parti pro “automático”, ou seja, a internet. No MercadoLivre eu achei um Wii por R$1.295,00, preço que está acima da linha, mas que incluía o Zelda. Meus olhos cresceram, minhas mãos tremeram, fiquei alegre pensando “É HOJE QUE EU COMPRO O WII!”. Acabei não comprando por falta de tempo, aliás, falta de tempo essa que aparentemente me salvou de um possível golpe. Agora tenho motivos pra crer que o cara que colocou o Wii no MercadoLivre era alguém que ia tentar me roubar. Tentar, claro, conseguir ele não ia.

Desanimado, cansado, chateado mas ainda vivo, decidi voltar às minhas pesquisas de preço do Wii hoje, usando ainda o próprio MercadoLivre. Acabei achando por R$1.470,00, o melhor preço que achei, só com o Wii Sports, sem Zelda e com pagamento a vista, dinero, la plata. Ainda estou pensando se vale a pena comprar, mas acredito que não valha, ainda.

Aí pensei comigo “Vou comprar nos EUA, mesmo que a alfândega me tarife, ainda sai muito mais barato que aqui”. Só que (sempre tem um “só que”) me deparei com outro problema: enquanto sobra PS3 lá fora, falta Wii. Nenhuma loja online tem um único Wii pra vender ao preço “oficial” dele, as 250 verdinhas. Pessoalmente lá, comprar por menos de 300 dólares é coisa de gente muito sortuda, folclore mesmo. Não tem como eu comprar esse console a um preço bacana, pelo menos não agora.

Aí o que eu fiz? Desisti. Não preciso de Wii mesmo, já tenho videogame demais. Nem queria mesmo. Quando isso baixar o preço eu compro, de verdade.

PS: O Harrison Ford não cedeu a imagem dele pra eu usar nesse post e espero que ele não me processe e nem processo o GameReporter.org.

MMORPG e algumas funcionalidades

Janeiro 26, 2007

O mundo dos MMORPG não é só fascinante, é muito mais que isso. Os games estão cada vez mais interativos e formando grandes comunidades virtuais. A complexidade de cada game, no tocante ao desenvolvimento de seu personagem vem aumentando constantemente. Tanto que um novo segmento no desenvolvimento de software começa a surgir: a criação de ferramentas que auxiliam o jogador no decorrer do jogo.

Um exemplo dessas ferramentas desenvolvida para ser usada no game
City of Heroes é o software Hero Stats, um aplicativo que, instalado no computador do usuário e executado enquanto este está conectado ao game, monitora todos os aspectos de seu desenvolvimento.

Estatísticas aparecem na tela do jogador informando o ganho médio de experiência, o tempo estimado até que o personagem evolua, o percentual de dano que o personagem causa ao utilizar um item ou o quão adequado é este personagem para enfrentar determinados tipos de inimigos, seja PvE (player versus enemy/environment) como PvP (player versus player). Que tal começar a usar?

Vejam algumas telas do programa:

Tela de estatísticas durante o jogo (monitor online)

Tela do aplicativo executado no Windows

:: Mais City of Heroes? Acesse o Diário de Bill

A revolução é da Nintendo

Janeiro 24, 2007

Por José Carneiro Pinto

A nova geração de consoles está aí. Xbox 360, Wii e PlayStation 3 brigam, quase, em pé de igualdade.

Enquanto os três novos concorrentes se degladiam, a Nintendo aparece com uma força surpreendente não vista desde seu Super Nintendo, da era 16-bits. Existente desde 1889, quando vendia baralhos Hanafuda no Japão, a vovó das empresas de videogame já passou por muitos altos e baixos e parece que, agora, começa a dar a volta por cima.

Mas, o que leva isto a acontecer? A resposta não podia ser mais simples: mudança de foco. Desde a década de 80, quando o Atari mostrou a que veio e os videogames podiam ser amplamente explorados vínhamos acompanhando um fenômeno que se repetia: a briga pela maior capacidade gráfica possível.

Obviamente, outros campos foram explorados, mas o gráfico sempre foi a vedete das fabricantes de videogame. Não era difícil ouvir um gurizinho dizendo: “Puxa vida, olha os gráficos deste jogo!”, babando em algum novo videogame, há gerações e gerações dos consoles.

No entanto, enquanto isso a Nintendo, quietinha, mantinha seu espaço. Entrou no Nintendo 64 e GameCube e só saiu perdedora por conta de sua mídia. Primeiro, por continuar apostando no cartucho, bem mais caro de produzir e quase infalível contra pirataria, para competir contra o primeiro PlayStation. Depois, o GameCube com um disco proprietário de alto custo e também sem possibilidade de piratear, para concorrer com o PlayStation 2.

E foi aí, neste meio tempo da mudança do GameCube para a nova geração, que a Nintendo guardou seu maior segredo. Apelidado de “Revolution” durante seu desenvolvimento, o projeto não poderia ter recebido codinome melhor. E, enquanto ninguém acreditava que a Nintendo ressurgiria com todo seu potencial, ela apresentou a diferença: reconhecimento de movimentos.

Leitor, o que era mais importante para o videogame hoje que uma mudança de foco? Quando os videogames parecem não ter mais para onde desenvolver graficamente, a chance é apostar na imersão. E isto deixou as concorrentes de cabelo em pé. Ao ponto de atrasar planos da Sony, que porcamente adicionou um reconhecimento de movimentos em seu controle, e de aniquilar as vendas com um sistema barato e divertido.

Agora, graças a Nintendo, uma nova geração será ainda mais incrível. Principalmente porque não veremos inovações em um campo idêntico ao visto a cada ano desde a década de 80, mas sim novidades reais, que quando aprofundadas permitirão que todos nós, jogadores, participemos com muito mais realismo de nossos games.

E que vença o Wii, digo, o melhor.

Curso: Programação de Jogos em XNA

Janeiro 24, 2007


Segunda aula da série de vídeo aulas sobre Programação de Jogos em XNA. Esta aula mostra exemplos de jogos rodando no XBOX 360.

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