Aproveitando a onda de reclamações em torno do preço do PlayStation 3, os chineses resolveram inovar e lançar uma versão bem mais econômica, que custa apenas US$ 10,00. Se os esquemas de contrabando derem certo, o novo console deve chegar por aqui no Brasil custando uns R$ 60,00. Quem vai comprar? (Via GameBlog).
Responda rápido: você comeria um Wiimote de chocolate? Os nintendistas de plantão vão adorar. (Via Kotaku).
Em recente entrevista, Mark Rein, presidente da Epic Games, reacendeu a polêmica sobre Gears of War para PC.
O premiadíssimo game da Microsoft e Epic Games já foi diversas vezes alvo de especulações, mas segundo Rein ‘’…não é um grande segredo que gostaríamos de fazê-lo para PC, mas por enquanto é exclusivo ao Xbox 360. Eventualmente faremos uma versão para PC. Só não sei quando’’.
No final de 2006, uma imagem contendo uma caixa de game para PC e a embalagem do Gears of War gerou polêmica na rede, desmentida pelos próprios produtores como um grande engano.
Fato é que jogos como GoW exigem um computador excepcional, cujo preço não é acessível. Games como Crysis já começam “testar” a interface do Windows Vista para games. Resta apenas aguardar, pois assim que for viável, ele aparecerá para PC.
Confira a entrevista na íntegra clicando aqui. (Via Gamehall)
Antes de começarem a leitura eu aviso: esse post tem uma boa quantidade de links pra algumas reportagens. Eu sugiro que, pro bom entendimento do post, esses artigos sejam lidos ou ao menos as figurinhas deles sejam olhadas.
Por brunobelo
O Penny-Arcade fez um excelente artigo e um comic muito engraçado sobre isso.
Eu só me pergunto quando a arrogância da Sony vai acabar. Sabemos que o Wii está vendendo pelo menos 3 vezes mais que o PS3. Sabemos que o PS3 está encalhado nas lojas nos EUA, e assim deve permanecer por algum tempo, até sair um Metal Gear ou um Final Fantasy da vida. Mas será que já não terá sido tarde demais? Será mesmo que o PS3 é tudo o que estão dizendo?
Esse artigo extremamente manjado, que todo mundo leu, mostra que o PS3 não está a frente do Xbox360.
Ok, é a primeira leva de jogos, que normalmente não mostra muita coisa sobre o console, mas se lembrarmos dos primeiros jogos do Xbox360, veremos a diferença. Aliás, a bem da verdade, nem é o quesito “gráficos” que me incomoda, mas sim a qualidade dos jogos. Não temos um jogo bom pra PS3 até agora. Logo logo sai o Oblivion pra ele, mas eu já jogo Oblivion no Xbox360 há quase um ano… O PS3 realmente precisa mostrar jogos, ou vai acabar ficando como o PSP, um excelente portátil, que vende 5 vezes menos que o DS e, conseqüentemente tem menos jogos bons saindo.
Quanto ao BluRay, a Ars Tecnica fez um artigo interessante sobre a utilização dele em jogos, e, segundo eles, não é uma boa mídia pra armazenar games.
Eu sou da opinião que não há a necessidade de aumentar drasticamente o tamanho da mídia dos jogos. Inevitavelmente, com mais poder de processamento, jogos mais bonitos são feitos e não necessariamente ocupando muito mais espaço. É o milagre da compactação. Esse artigo antigo discute isso. São fatos, e contra fatos não há argumentos. Aliás, só a título de curiosidade, um exemplo de milagre da compactação é o kkrieger, um jogo completo em 96kb. Também é notícia velha, mas eu tenho certeza que muita gente nunca viu.
Em suma. Inevitavelmente eu terei um PS3? Bem provável, já que eu realmente curto games e minha idéia é sempre ter todos. Mas será agora? Improvável. Por que não!? Porque não tem jogos, custa caro, é um trambolho, tem rede extremamente lenta e não me apresentou nada que o Xbox360 não tenha apresentado ainda, e o pior, eu acredito que ele não vá apresentar…
Só pra finalizar:
John Carmack falando sobre Xbox360 vs. PS3:
http://www.xbox365.com/news.cgi?id=GGririiirr05121649
http://ps3.ign.com/articles/754/754809p1.html
Gabe Newell “descendo a lenha” no PS3:
http://ps3.ign.com/articles/755/755493p1.html
Parece que a Microsoft e a Nintendo estão sorrindo de orelha a orelha. E com razão.
PS: Agradecimentos ao Marison, Muriloq, Paulim e Renato, por terem me mostrado alguns desses links e ao Dolemes, por ter adaptado a imagem que está lá em cima.
Quem tal transformar seu XBox em um Arcade, um Apple II, um Atari 2600, um Comodore Amiga, um GameBoy, um MSX, um Neo-Geo, um Super Nintendo e até num PlayStation One? No site Emulators for Xbox você encontra uma seleção com todas estas traquitanas para seu console da Microsoft e muito mais. Mas lembre-se: para fazer games de outras plataformas rodarem no seu XBox, você terá que modifiá-lo!
Mais informações:
Emulators for XBox: Modifique sua máquina
Outras infos: XBox-Scene.com
Decidi que vou comprar o Wii. Cheguei a conclusão que eu quero jogá-lo, mesmo ele tendo gráficos toscos (será que são tão toscos assim? Eu nunca achei o GameCube com gráficos toscos e tem gente que acha o Playstation 2 com gráficos lindos…), mesmo ele sendo idiota, feito pra não-gamers, mesmo ele tendo joguinhos bobos, ainda. Mas quais os fatores que me fizeram optar pelo Wii? Vamos lá:
1) Zelda;
2) Dos 3 novos, um eu tenho (Xbox 360), o outro eu quero (Wii) e o outro eu basicamente desprezo (Playstation 3). O motivo do meu desprezo pelo PS3 será explicado num outro post, mas acredito que o John Carmack e o Gabe Newell concordem comigo;
3) Eu tenho namorada e eu quero que ela jogue comigo. O Wii, assim como o DS, é perfeito pra namoradas, acreditem em mim. Mulher adora esse tipo de jogo, sem querer ser machista ou qualquer coisa assim. Elas normalmente prezam pela interatividade do jogo. Guitar Hero é um excelente exemplo de jogo que elas adoram (mas, de novo, isso é assunto pra outro post);
4) Sou fã da Nintendo. Um dia desses eu estava me perguntando se a Nintendo já fez algum jogo ruim e não consegui achar um. Corrijam-me se eu estiver errado, mas toda empresa tem um jogo horroroso, feito “nas coxas” e que denigre o nome dela. A Nintendo não. Ela pode ter jogos chatos, como Pokémon, mas não são jogos que feitos “na vagabundagem” e têm seu público definidíssimo;
5) É muuuuuuuuito mais barato que o PS3 (supondo que eu quisesse um PS3 agora). Dar 250 doletas num Wii é algo que me atrai;
6) Zelda.
Eu poderia seguir com n+1 motivos diferentes, mas quero forçá-los a entender que eu quero o Wii, ponto-final.
Comecei minha “saga” para adquirir o console. Moro no Brasil, como a maioria que lê esse blog, e sei que aqui as pessoas têm o péssimo costume do “lucro-máximo-com-o-mínimo-de-peças-vendidas”. Sempre foi assim e duvido que isso algum dia mude. Coloquei na minha cabeça um valor imaginário, uma linha imaginária de R$1.000,00, valor esse que eu julgo extremanente justo pelo videogame.
Parti pra procura “manual” antes, tendo a doce ilusão de que, se eu fosse pessoalmente em uma loja, eu teria descontos e preços melhores que eu tenho na internet. Lêdo engano. Na Santa Ifigênia (paraíso dos eletrônicos em São Paulo) o console sai por apenas R$1.800,00 em média. Algo como 80% acima da minha linha imaginária.
Cansado de andar a toa, voltei pra casa e parti pro “automático”, ou seja, a internet. No MercadoLivre eu achei um Wii por R$1.295,00, preço que está acima da linha, mas que incluía o Zelda. Meus olhos cresceram, minhas mãos tremeram, fiquei alegre pensando “É HOJE QUE EU COMPRO O WII!”. Acabei não comprando por falta de tempo, aliás, falta de tempo essa que aparentemente me salvou de um possível golpe. Agora tenho motivos pra crer que o cara que colocou o Wii no MercadoLivre era alguém que ia tentar me roubar. Tentar, claro, conseguir ele não ia.
Desanimado, cansado, chateado mas ainda vivo, decidi voltar às minhas pesquisas de preço do Wii hoje, usando ainda o próprio MercadoLivre. Acabei achando por R$1.470,00, o melhor preço que achei, só com o Wii Sports, sem Zelda e com pagamento a vista, dinero, la plata. Ainda estou pensando se vale a pena comprar, mas acredito que não valha, ainda.
Aí pensei comigo “Vou comprar nos EUA, mesmo que a alfândega me tarife, ainda sai muito mais barato que aqui”. Só que (sempre tem um “só que”) me deparei com outro problema: enquanto sobra PS3 lá fora, falta Wii. Nenhuma loja online tem um único Wii pra vender ao preço “oficial” dele, as 250 verdinhas. Pessoalmente lá, comprar por menos de 300 dólares é coisa de gente muito sortuda, folclore mesmo. Não tem como eu comprar esse console a um preço bacana, pelo menos não agora.
Aí o que eu fiz? Desisti. Não preciso de Wii mesmo, já tenho videogame demais. Nem queria mesmo. Quando isso baixar o preço eu compro, de verdade.
PS: O Harrison Ford não cedeu a imagem dele pra eu usar nesse post e espero que ele não me processe e nem processo o GameReporter.org.
A nova geração de consoles está aí. Xbox 360, Wii e PlayStation 3 brigam, quase, em pé de igualdade.
Enquanto os três novos concorrentes se degladiam, a Nintendo aparece com uma força surpreendente não vista desde seu Super Nintendo, da era 16-bits. Existente desde 1889, quando vendia baralhos Hanafuda no Japão, a vovó das empresas de videogame já passou por muitos altos e baixos e parece que, agora, começa a dar a volta por cima.
Mas, o que leva isto a acontecer? A resposta não podia ser mais simples: mudança de foco. Desde a década de 80, quando o Atari mostrou a que veio e os videogames podiam ser amplamente explorados vínhamos acompanhando um fenômeno que se repetia: a briga pela maior capacidade gráfica possível.
Obviamente, outros campos foram explorados, mas o gráfico sempre foi a vedete das fabricantes de videogame. Não era difícil ouvir um gurizinho dizendo: “Puxa vida, olha os gráficos deste jogo!”, babando em algum novo videogame, há gerações e gerações dos consoles.
No entanto, enquanto isso a Nintendo, quietinha, mantinha seu espaço. Entrou no Nintendo 64 e GameCube e só saiu perdedora por conta de sua mídia. Primeiro, por continuar apostando no cartucho, bem mais caro de produzir e quase infalível contra pirataria, para competir contra o primeiro PlayStation. Depois, o GameCube com um disco proprietário de alto custo e também sem possibilidade de piratear, para concorrer com o PlayStation 2.
E foi aí, neste meio tempo da mudança do GameCube para a nova geração, que a Nintendo guardou seu maior segredo. Apelidado de “Revolution” durante seu desenvolvimento, o projeto não poderia ter recebido codinome melhor. E, enquanto ninguém acreditava que a Nintendo ressurgiria com todo seu potencial, ela apresentou a diferença: reconhecimento de movimentos.
Leitor, o que era mais importante para o videogame hoje que uma mudança de foco? Quando os videogames parecem não ter mais para onde desenvolver graficamente, a chance é apostar na imersão. E isto deixou as concorrentes de cabelo em pé. Ao ponto de atrasar planos da Sony, que porcamente adicionou um reconhecimento de movimentos em seu controle, e de aniquilar as vendas com um sistema barato e divertido.
Agora, graças a Nintendo, uma nova geração será ainda mais incrível. Principalmente porque não veremos inovações em um campo idêntico ao visto a cada ano desde a década de 80, mas sim novidades reais, que quando aprofundadas permitirão que todos nós, jogadores, participemos com muito mais realismo de nossos games.
E que vença o Wii, digo, o melhor.
O fim de uma era: a Sega anunciou que pretende encerrar a produção de mídia GD-ROM. Com isso, some a possibilidade de novos títulos para o Dreamcast, último videogame da empresa.
Apesar de não ser mais produzido, o consolve vêm recebendo esporadicamente novos jogos, especialmente de tiro espacial e adaptações de sistemas que utilizam tal disco, como arcades com placa NAOMI e Triforce, usada em “F-Zero AX”, “Mario Kart Arcade GP” e “Virtua Striker 4″.
A fonte: leia a matéria completa no UOL Jogos