Game não é arte?

Keiji Inafune, criador de Mega Man e responsável por Lost Planet, soltou o verbo contra os ex-funcionários da Clover Studio, braço da Capcom e criadores de Viewtiful Joe e Okami. Inafune afirmou que os games não são obras de arte e precisam apenas vender.

Bom, o assunto é um tanto quanto delicado, pois se pensarmos como executivos de uma grande empresa, Inafune não está errado, mas por outro lado, as maiores críticas à indústria de jogos eletrônicos são relacionadas a falta de criatividade.

O que os criadores de Okami, Shadow of the Colossus e Ico, fazem é justamente remar contra a maré: produzem jogos para poucos jogarem, pois infelizmente vivemos em um mundo onde pessoas têm preguiça de pensar e isso acaba afetando as vendas de ótimos jogos como os já citados e outros como Rez, Snatcher e Out of this World.

Muitos podem argumentar que jogos são para jogar e não apreciar, porém eu não entendo porque não juntar as duas coisas. Da mesma forma como conseguimos considerar filmes como obras de arte, por que não fazer o mesmo com os games?

Fico com a impressão que a declaração de Inafune nos fez retroceder 20 anos. Após todos os gamers lutarem para não serem mais tratados como criança, e pessoas como Hideo Kojima seguirem suas carreiras apostandos em games adultos, Inafune parece não estar muito preocupado com suas declarações e neste ponto faz a indústria de games se parecer com Hollywood, apenas preocupada com o lucro.

Após jogar mais de 27 horas de Okami e terminar Shadow of the Colossus e ICO continuo convicto que prefiro jogos “artísticos” a blockbuster como os produzidos pela EA. Continuo convicto que é muito legal parar o personagem por alguns segundos apenas para observar o cenário ou até derramar uma lágrima com um fato inesperado em um jogo (Shadow of the Colossus!).

E se jogos não forem isso, então começo a pensar seriamente se daqui a alguns anos ainda jogarei videogame. Minha esperança é que pessoas como Hideo Kojima, Peter Molyneux, Yu Suzuki, Fumito Ueda e Shigeru Miyamoto não deêm ouvidos a Inafune.

:: A fonte: conheça o blog de games Jogando…

14 Respostas to “Game não é arte?”

  1. vitor machado Says:

    okami foi, SEM SOMBRA DE DÚVIDA, o jogo mais bonito que eu vi para o playstation 2.

    Depois de restaurar uma cidade inteira, parar para ver a paisagem que se arrumou, com aquele MAR de cerejeiras… não vi nada igual no playstation 2.

    Isso, meu amigo, sim é arte.

  2. Dori Prata Says:

    Pois é. Como falei, quem jogou games como okami, zelda ou shadow of the colossus, sabe que não se trata de games comuns.
    Fico com a impressão de que o comentário de Inafune acaba desvalorizando o trabalho dele mesmo.

  3. Ryunoken Says:

    Só gostaria de dizer que, apesar da inegavel genialidade, Hideo Kojima também já declarou que videogame não é arte, apenas entretenimento …

  4. Anonymous Says:

    “talvez eu me enrole se eu disser isto na frente da mídia de massa. Jogos não são uma obra de arte. Na verdade, é um produto. Se pensarmos nele como arte, então, sobre as pinturas de Van Gogh e Picasso, o resultado final é a beleza, então não importa se vender ou não. Para jogos, no entanto, é um produto. Uma comodidade. O produtor precisa pensar nisto”.
    http://jogos.uol.com.br/ultnot/nintendo/ult3277u7734.jhtm
    bem, acho q ele se preocupou ao dizer isso…

  5. Leonardo Zimbres Says:

    é, podemos pensar nessa espécie de meio termo gentil citado na matéria pelo anônimo, mas acho que vale a pena refletir sobre o assunto.

    Nas minhas caminhadas e em meus quase 25 anos de vida, fico pensando como e até onde os jogos que joguei mudaram minha forma de pensar. Comecei com Sonic, em 1990. Eu não quero falar sobre o sonic se ele foi ou não um jogo artístico ou inteligente, mas o fato é que hoje, 17 anos depois, podemos dizer que a sega mudou o futuro. Para melhor ou para pior, hoje temos uma geração influenciada pelas coisas dela.

  6. Gustavo Says:

    Jogo é arte? Seria ótimo que fosse, mas não é. Ainda não.

    Arte é expressão. Não tem objetivo nenhum a não ser estabelecer uma ponte entre o artista e quem se dispõe a apreciar sua obra.

    Os jogos nunca puderam chegar nesse nível porque não existem jogadores dispostos a fazer o papel do público de arte. O jogador quer é se divertir, e o que vier a mais é lucro. Admirar o cenário de um jogo é como ver um quadro. Apreciar a trilha sonora é ouvir música, simplesmente. O jogo é construído a partir de elementos artísticos, mas ele próprio tem um propósito claro: entreter quem o compra e, SE DER, mostrar uma inovaçãozinha ou outra pra posar de novidade sem fugir demais do esperado.

    A verdade inconveniente é que o jogo não pode abrir mão das fórmulas estabelecidas porque o mesmo jogador que adora dizer que jogo é arte, no fundo, quer é mais do mesmo. Cada vez mais bonitinho, cada vez mais “diferente”, mas sempre com a mesma essência. Ande. Mate. Resolva um puzzle. Obtenha um item. Cumpra a missão e ganhe uma cutscene. Repita o processo.

    Claro que a culpa disso é exclusivamente do jogador. Existem filmes de gênero e filmes de arte simplesmente porque existem pessoas dispostas a ficar duas horas sentadas em um cinema vendo um filme que não foi feito para divertí-las. Já o que define se um jogo é bom ou não é quanto o jogador se diverte com ele. Nesse aspecto, não foi a declaração de Inafune que nos fez retroceder 20 anos, como afirma o autor do artigo: conceitualmente, os jogos sempre estiveram estagnados.

    Lembro-me perfeitamente das queixas sobre a trilha sonora de Final Fantasy VII, sobre o protagonista bundão de Final Fantasy VIII, sobre Raiden em MGS 2. Quer dizer, todo mundo quer que jogo seja arte, mas quando a coisa foge do esperado em qualquer campo que não seja a pura beleza estética, o pessoal esperneia. Ora, um artista que não é livre para criar não é um artista, é um prestador de serviços. Kojima estava certíssimo.

    Se uma vírgula mal colocada numa fórmula totalmente convencional é suficiente para que o jogo seja rejeitado, as perspectivas de ver os jogos se desenvolvendo como linguagem artística não são animadoras. Que pelo menos os jogadores sejam honestos e reconheçam só querem arte nos jogos assim, num papel secundário.

    E sim, acho Okami visualmente um absurdo de lindo. Mas até aí um quadro de Monet também é, sem precisar de hardware.

  7. Anonymous Says:

    Digamos então que o pessoal da Clover, atual Seeds é a ovelha negra da Capcom então. Afinal de contas com Resident Evil, Street Fighter, Megaman e tantas outras franquias, é complicado querer se opor a idéia que jogos precisam ser inovadores. Enfim, minha opinião não difere de muitos outros daqui. Se eles os produtores de games insistirem em seguir o caminho que Holywood tomou (remakes, sequencias e re-filmagens) eles irão entrar em decadência em breve também…

    URL a título de curiosidade:
    http://www.gamefaqs.com/features/company/2324.html
    De uma olhada nos lançamentos anuais da produtora e veja quantos títulos com nomes parecidos você acha lá.

  8. Dori Prata Says:

    Bom Gustavo, eu respeito sua opnião, mas você tem certeza que tem jogado videogame nos ultimos 20 anos ? dizer que os games estão estagnados? que não houve evolução ?
    Eu realemnte acredito que a culpa é do jogador, por não aceitar jogos diferentes, mas daí dizer que nada mudou.
    Vib Ribbon, REZ, ICO, Killer 7 e tantos outros jogos que fogem do padrão estão aí para todos verem.
    Quanto ao Okami ser bonito e um quadro de Monet tb, só que sem usar hardware, não entendi a analogia. Não consigo entender pq um quadro de picasso é arte e uma tela de ICO não! Só pq está em movimento?
    Acho que as pessoas estão confundindo OBRA DE ARTE com OBRA PRIMA😦

  9. André Carita Says:

    dori prata, excelente artigo! Como sabes, partilho 100% da tua opinião!

    Um abraço!

    André Carita

  10. Matheus Borges Says:

    Bom, primeiramente eu queria dizer que trabalho desenvolvendo jogos eletronicos e minha maior motivação em continuar nesse ramo é ver jogos como shadow of the colossus e ICO… Sim eu já chorei jogando shadow e jah me arrepiei jogando ICO…
    Eu tenho Lost Planet e posso garantir ele não é metade do jogo que Okami, Shadow of the Colossus e Ico são, mesmo com o hardware do xbox 360 sendo infinitamente melhor que do playstation 2.
    Acho que game é igual filme, existem obras de arte e existem porcarias comerciais.

  11. Gustavo Says:

    Não consigo entender pq um quadro de picasso é arte e uma tela de ICO não! Só pq está em movimento?

    Dori, a questão não é estar em movimento ou não. Se arte precisasse ser estática não existiria cinema. Só que Picasso explorou tudo o que uma tela em branco podia oferecer, e quando não tinha mais para onde expandir no que já era conhecido em termos de proporção e perspectiva ele criou o Cubismo. Sem contar o que ele fez fora da pintura (trabalhou com metais, madeira, linhas, barbantes, etc). Uma tela de um jogo, por mais bonita que seja, em movimento ou não, é uma sombra do que a criatividade humana pode fazer com um computador. É um quadro que não aproveita todo o resto, é potencial sub-utilizado.

    Quanto aos jogos que fogem do padrão… é o que eu disse, eles fogem do padrão ESTÉTICO. REZ é um shooter. Bonito, diferente, mas atirar o pessoal já atirava na década de 70 com Space Invaders. Killer 7 parece um artigo do Olavo de Carvalho enfeitado com LSD. Neurótico e reacionário até a medula, posa de inteligente com uma trama política rasa como um pires. E que ainda assim não se encaixava nos padrões de um jogo – aí enfiaram aqueles Heaven Smiles que estão lá só pra levar tiro e apelaram pras personalidades múltiplas para tornar o personagem pseudo-denso (o filme Adaptação satiriza esse recurso de uma maneira hilária).

    A diferença entre filmes comerciais e “filmes de arte” (não gosto dessa expressão, mas tudo bem) não é estética, é conceitual. Podemos comparar Killer 7 com Sin City, por exemplo, devido ao visual estilizado, aos personagens absurdos, à violência cômica e surreal. Mas Sin City não é o ápice do cinema-arte, embora seja um ótimo filme. Qual é o jogo equivalente a Babel, por exemplo? Ou a Ninguém Pode Saber, ou Magnólia, ou mesmo um filme pessoal e despretensioso como O Ano Em Que Meus Pais Saíram De Férias? Não existe. Não existe porque os jogos não oferecem espaço para tramas puramente psicológicas, tem que ter alguma coisa pra levar porrada e fazer a história – megalomaníaca – ir para a frente. E é assim desde o começo, por isso digo que os jogos estão conceitualmente estagnados – mesmo que novas roupagens apareçam o tempo todo.

    E eu joguei videogame nos últimos 20 anos, sim. Aliás, na primeira metade desse tempo foi o que eu mais fiz. De lá para cá, me concentro nos jogos que me marcaram (principalmente os da era 16 bits) e procuro sempre conhecer os atuais, mesmo que raramente pegue algum pra jogar até o fim.

    O detalhe é que esses jogos que me marcaram, marcaram não por serem grandes obras-primas. Marcaram porque eu era pirralho e achava legal dar tiro. Depois disso, toda vez que eu quis arte eu precisei largar o jogo e ver um filme, ou ler um livro. Afinal, da mesma forma como o que determina o cinema é a montagem, o que faz um jogo é a interatividade. Ela precisa ser trabalhada além do óbvio para que os jogos sejam uma arte por si mesmos (e não entretenimento com elementos artísticos, como é hoje). Nesse aspecto, Katamari é mais arte do que todos os que você citou. E, mesmo assim, só arranha a superfície das possibilidades.

  12. Dori Prata Says:

    Bom Gustavao, infelizmente continuo achando a tua opnião um tanto quanto preconceituosa.
    Se pensarmos dessa forma, o que o cinema evoluiu nos últimos 100 anos?
    Você citou Babel, mas o mesmo possui de diferente do Amores Brutos ou 21 gramas?
    Talvez tirando Cidadão Kane, o que mudou no cinema de lá pra cá? (segunda sua ótica).
    É claro que entendo seu ponto de vista, por ser sempre a mesma coisa no sentido de dar porrada aqui e ali, mas os jogos, assim como o cinema precisa de um fio condutor e se o jogador não precisar interagir com o game, aí se torna cinema, não acha?

  13. Gustavo Says:

    (Juro que hoje vou tentar enrolar menos)

    Ótima a comparação com Cidadão Kane. O que mudou de lá pra cá foi precisamente o que podia, e precisava ser mudado. O filme estabeleceu um padrão de narrativa quase definitivo para o chamado cinema clássico, mas isso não fez com que todos os filmes realizados de lá pra cá tivessem um milionário amargurado e um trenó. Não apenas muitos experimentalismos foram feitos em termos de narrativa (como os do Godard, por exemplo, que eu nem gosto muito mas não posso deixar de admirar) mas a própria estrutura clássica se desdobrou de muitas formas diferentes. Veio a cor, os efeitos especiais, mas mesmo que não tivéssemos nada disso hoje um filme como, sei lá, Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças poderia ser feito da mesma forma (claro que com limitações, mas todas menores).

    O que quero dizer é que a evolução do cinema como arte foi quase que independente da evolução dos equipamentos cinematográficos. Podemos comparar a diferença técnica entre Cidadão Kane e Brilho Eterno com a diferença entre um jogo de PS1 e um de PS2, no máximo. E tem uns 65 anos entre eles. Por outro lado, é clara a evolução técnica entre as duas trilogias de Star Wars, por exemplo, mas essas são as únicas diferenças. Claro que estamos falando de filmes de uma mesma série, mas a questão é: por que um jogo de PS1 e um de PS3 são tão diferentes entre si quanto Episódio IV e Episódio III, se com muito menos evolução técnica o cinema cresceu absurdos como arte?

    Sempre há como se fazer arte com o que se tem à mão. Como eu vi num comentário um dia desses sobre a declaração de um programador de Spore dizendo que o Wii não é suficientemente poderoso para sua arte: um artista trabalha com o que tem, não fica reclamando que sua tela não é sofisticada o bastante.

    Faz anos que vejo todo mundo reclamando que os jogos estão ficando todos iguais. De 5 em 5 anos saem plataformas mais poderosas, lá vai mais grana, e continua tudo igual. Aí vem alguém e lança um jogo com alguma diferença a mais e é aquele estardalhaço. Isso prova como estamos nos contentando com pouco. Não espero que a maioria dos jogadores se preocupe com isso, como não estranho que o público de blockbusters assista Eragon e ache ótimo. Só acho estranho que tanta gente que quer ver jogos como arte limite-se a dizer que tal jogo é uma obra de arte porque tem telas lindas. Pessoalmente, acho aquela batalha no início de Episódio III um absurdo de beleza técnica, mas não esqueço quantas vezes o George Lucas deixou claro que só faz seus filmes por dinheiro. Logo, assisto, acho lindo, mas deixo pra ver arte em outros lugares.

    E por falar em Amores Brutos / 21 Gramas / Babel (tá, já vi que vai ficar longo): acho que essa é a questão mais relevante pra discussão. Qual é a diferença entre os três? Realmente são filmes muito próximos, mas principalmente porque a trilogia foi pensada com um mesmo tema em mente (nossas vidas estão todas interligadas e um pequeno detalhe aqui afeta alguém ali e blá blá blá).

    Agora, poderia perguntar: qual é a diferença entre Megaman I, II, VII, X1, X2, X6, etc? Não importa se são os cenários, personagens, habilidades e tal, mesmo que essas diferenças eventualmente compensem a jogabilidade praticamente igual em todos. Importa é que o pai da criança falou que ele não é arte. E essa é a questão fundamental, inclusive sendo o que motivou o seu artigo. Eu posso ver beleza em qualquer lugar, mas isso não significa que qualquer coisa seja arte. Um acidente geográfico pode ser lindo, mas ele apenas está lá. Alguém pode colocar uma privada no meio de uma sala vazia, falar que aquilo é arte e eu não vou ter como dizer que não, mesmo que não goste.

    A trilogia dos mexicanos tem estilo próprio, os filmes são parecidos mas não são redundantes. Não sei quantos jogos podem ser vistos dessa forma. E não falo só de Megaman. Toda série que arrisca e se dá mal volta ao que era antes, acaba virando escrava de si mesma. Final Fantasy é cada vez mais assim, Zelda também. Isso não é estilo autoral, é estratégia mercadológica – dê ao público o que ele quer. Funciona que é uma maravilha e é bom pra todo mundo, desde que ninguém queira achar pêlo em ovo e ver arte onde só tem prestação de serviço.

    Acredito que arte precisa de duas coisas para existir: estilo pessoal e intencionalidade. Não chego ao extremo dos cineastas do Dogma, que não permitiam nem que os diretores assinassem seus filmes. Mas, entre as duas coisas, acho que o mais importante é mesmo a intencionalidade, o desejo de criar arte. Uma pessoa que põe seus sentimentos em um trabalho e diz que aquilo é arte não pode ser contestada por ninguém, mesmo que só uma em mil pessoas goste de seu trabalho. E não é fácil criar dessa forma dentro de um sistema de produção industrial. O mais provável mesmo é ver traços artísticos dentro de obras que são, invariavelmente, produtos feitos para vender. Produtos que contém arte, mas que não são arte (a menos que seus criadores tenham feito uma obra que, por coincidência, tem apelo comercial).

    Enfim, em momento algum foi minha intenção ser preconceituoso. Obras coletivas como jogos e filmes sempre vão ter o envolvimento de gente com todo o tipo de motivação. E, se é injusto negar os esforços artísticos colocados em um jogo, ou mesmo no mais comercial dos filmes, é igualmente injusto chamar de “arte” o que não é feito com a intenção de sê-lo. É injusto com as bandas alternativas, com escritores fora do Top Ten da semana, com filmes que não passam em shoppings. Tem gente que passa aperto pra fazer arte com sinceridade, se basta ser bonito pra ser arte essas pessoas estão apenas perdendo tempo.

    (Ah, e nunca questionei a importância da interação. Pelo contrário, estou dizendo que ela está muito aquém do que precisaria ser para dar origem a narrativas realmente interativas. Não acho que os jogos estejam cada vez mais complexos como filmes, como dizem, mas que são cada vez mais filmes entrecortados por partes em que sobra pro jogador o papel do faxineiro do estúdio – fazer o trabalho sujo até que a próxima cena possa ter início.)

  14. Anonymous Says:

    video game foi passar a ser visto como arte somente quando os graficos dos jogos a vavoreceram..pq em teor de diversao que é para isso que nos jogamos …os novos jogos na minha opiniao estao “travados’ em efeitos visuais e esquecendo o quesito Diversao..na minha opiniao nao foram criados jogos mais divertidos como os do Snes…quem se lembra de FF3? Crono Trigger? megamam? metal Warrios? black Thorn ?..e muitos outros uma invinidade..aqueles jogos fazem até hoje os jogadores se divertirem..independente da Arte em si impostas

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